domingo, 11 de dezembro de 2011

Vem cá .
Vem passar tuas mãos no que é meu,
Teu talvez ,
Por agora.
Vem que o tempo lá fora esbraveja,
Por conta de nós.
Olhos abertos,
Sem perder nada ,
Nada a confessar .
Sincronicidade mútua,
Perfeita e,
Vem !
Quanto tempo mais hei de esperar ?

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Já prestou atenção na tenuidade das coisas ?
Ao amanhecer queres um beijo ,
Um café ,
Um bom dia acalorado.
Ao anoitecer queres uma bebida,
Forte se assim possível for !
Outro beijo,
Dessa vez forte, intenso ,
E sexo .
Não aquele que desgasta,
Aquele que revigora .
Que limpa as impurezas d’alma com amor .
E queres uma cabeça em teu ombro .
Olhos fechados ,
Boa noite .
Outro amanhecer lá se vem .

Mostra ?

Eu ando,
E enquanto ando,
Me  sinto e me respiro .
Toda essa terra batida,
Terra pisada,
Essas cores pintadas,
Unidas com céus e verdes quase que entrelaçados.
Esse tudo que tem tudo,
E quer tanto se mostrar.
E eu ,
Que nada tenho !
(disseram-me que talvez uma boa conversa e uns bons pares de músicas),
Mas não me contenho!
Ainda falta terra e gente para desbravar !

Caro

Seu beijo é tão quente quanto seu coração acelerado ,
Ao menos não fiquei sozinha nessa !
Teu olhar tenro e,
Meninesco,
É no mínimo constrangedor e .....
E ....
O que mesmo eu dizia ?
É que o observava caro rapazote .
Pois então,
Entre um parêntese e outro,
Adentrastes !
Sorrateiramente .
Nada de desculpas meu bem !
Foi recíproco !
Até a próxima palavra ,
Até o próximo olhar .